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sábado, 20 de abril de 2013

Cresce consumo de medicamentos na gestação


O FDA estima que 10% ou mais dos defeitos congênitos sejam causados por medicamentos tomados durante a gravidez
O desastre da talidomida no início dos anos 1960 deixou milhares de bebês com membros deformados porque suas mães inocentemente tomaram uma pílula para dormir que era considerada segura durante a gravidez. As consequências são bem conhecidas, e um número incontável de grávidas passou a evitar qualquer tipo de medicamento, temendo que isso pudesse colocar em risco o desenvolvimento do bebê.
Fiquei aterrorizada em dezembro de 1968 quando, durante as primeiras semanas de gestação, desenvolvi uma pneumonia dupla e fui tratada com codeína e antibióticos. Antes de tomar a primeira dose, liguei para meu obstetra, que me disse para tomar o que haviam prescrito, “garantindo” que, se eu morresse de pneumonia, o bebê não iria nem nascer.
Nas décadas seguintes, perigos relacionados à gravidez foram ligados a muitas substâncias médicas: medicamentos controlados, liberados e fitoterápicos. Contudo, as últimas descobertas sobre o uso de medicamentos durante a gravidez geraram uma nova onda de preocupação entre os especialistas. Ao longo dos últimos 30 anos, o uso de medicamentos controlados durante o primeiro trimestre de gestação, quando os órgãos do feto estão se formando, cresceu mais de 60%. Cerca de 90% das grávidas tomam ao menos um medicamento e 70% tomam ao menos um medicamento controlado, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, sigla em inglês).
Desde o fim dos anos 1970, a proporção de mulheres grávidas que tomam quatro ou mais medicamentos cresceu mais de 100%. Quase uma em cada 10 mulheres consome medicamentos fitoterápicos durante o primeiro trimestre de gestação.
Cada vez mais mulheres presumem ingenuamente que estão seguras, automedicando-se com remédios liberados, mas que antigamente eram vendidos apenas sob prescrição médica. O Food and Drug Administration (FDA) estima que 10% ou mais dos defeitos congênitos sejam causados por medicamentos tomados durante a gestação.
—Parece que nossa sociedade se esqueceu de que medicamentos trazem riscos. Muitos medicamentos liberados foram colocados nas prateleiras sem qualquer estudo prévio sobre os possíveis efeitos durante a gestação — afirmou o Allen A. Mitchell, professor de epidemiologia e pediatria da Faculdade de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Boston.
O progresso médico contribuiu para a tendência, afirmou Mitchell. Diversas condições, como a depressão, agora são reconhecidas como doenças que precisam de tratamento. Medicamentos foram desenvolvidos para tratar condições para as quais não havia tratamento anteriormente e algumas condições, como o diabetes tipo 2 e a hipertensão, tornaram-se mais comuns.
Dr. Google não é recomendado
Agora, surgiu uma nova preocupação: ignorando conselhos médicos, um número cada vez maior de mulheres está usando a internet para determinar se o remédio que estão tomando é seguro para o feto.
Um estudo sobre “listas de medicamentos seguros para a gravidez”, publicado em janeiro na versão online da publicação Pharmacoepidemiology and Drug Safety, revelou 25 sites com inconsistências óbvias e informações frequentemente falsas, baseadas em “evidências inadequadas”.
O relatório foi preparado por Cheryl S. Broussard, do CDC, com coautores de Emory, da Universidade do Estado da Geórgia, da Universidade da Columbia Britânica e do FDA. “Dos medicamentos aprovados para consumo nos Estados Unidos entre 2000 e 2010, mais de 79% não haviam publicado estudos com seres humanos que avaliassem o risco teratogênico (a possibilidade de defeitos congênitos), e 98% publicaram dados insuficientes para caracterizar esse risco”, escreveram os autores.
Mas isso não impediu esses 25 sites de classificarem 245 medicamentos como “seguros” para gestantes, o que “pode encorajar o uso de medicamentos durante a gravidez, mesmo quando não são necessários”, sugeriram os autores.
Além disso, as informações às vezes eram contraditórias. “Vinte e dois dos produtos listados como seguros por um ou mais sites constavam na lista dos não seguros em pelo menos outro site”, revelou o estudo.
A questão do tempo era frequentemente ignorada: um medicamento que pode afetar a formação dos órgãos do feto pode se tornar seguro em um momento posterior da gravidez. Já outros (como o ibuprofeno, por exemplo) que são seguros no início da gestação, tornam-se cada vez mais perigosos com o passar do tempo, aumentando os riscos de sangramento excessivo.
Apenas 13 desses sites encorajavam as mulheres a consultar os médicos antes de parar ou de começar uma medicação.
Gravidez e depressão
Os autores do estudo notaram que os médicos também são frequentemente mal informados sobre os riscos relacionados a diversos medicamentos. Uma mulher que conheço foi aconselhada a deixar de usar antidepressivos durante a gravidez, enquanto outra ouviu que deveria continuar tomando o medicamento.
— Em muitos casos, a melhor aposta para a mãe é continuar tomando o remédio — afirmou Siobhan M. Dolan, obstetra e geneticista da Faculdade de Medicina Albert Einstein.
Siobhan afirmou que se a mulher está deprimida durante a gravidez, o risco de depressão pós-parto é ainda maior e ela pode ter dificuldades para se identificar com o bebê. A médica, que, ao lado de Alice Lesch Kelly é autora de Healthy Mom Healthy Baby, enfatizou a importância de calcular benefícios e riscos na hora de decidir se e quais medicamentos devem ser consumidos durante a gestação.
— Antes de engravidar, mulheres que estejam tomando um ou mais medicamentos para tratar alguma condição devem tentar diminuir para apenas um medicamento. Dos vários medicamentos disponíveis para tratar determinada condição, existe alguma escolha ideal? Algo que tenha menos chances de prejudicar o bebê ou a mãe? — afirmou Siobhan.
A médica alertou para o perigo de presumir que um remédio considerado “natural” ou “fitoterápico” seja seguro. Praticamente nenhum foi testado em relação aos perigos durante a gestão.
Medicamentos proibidos
Entre os medicamentos que as mulheres devem evitar a qualquer custo — começando em alguns casos até mesmo três meses antes do início da gestação — estão:
- Isotretinoína (Accutane, entre outros), utilizada contra a acne.
- Ácido valproico, contra convulsões.
- Lítio, usado no tratamento do distúrbio bipolar.
- Tetraciclina, enzima conversora de angiotensina (ECA).
- Antagonistas dos receptores da angiotensina para a hipertensão.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

8 de Abril – Dia Mundial Contra o Câncer: Os benefícios da Nutrição na Prevenção e no Tratamento do Câncer


Os benefícios da nutrição na prevenção e no tratamento dos variados tipos de câncer.
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O câncer é uma doença que pode atingir qualquer órgão do organismo e pode levar a morte, se caracteriza pela formação de um tumor de células que podem ser benignas ou malignas. No caso desse último, se caracteriza a gravidade do câncer, pois essas células podem se espalhar pelo corpo comprometendo vários outros órgãos.
Alimentos que Combatem o Câncer
Já está cientificamente comprovado que existem alimentos que auxiliam no combate contra o câncer. Conhecidos como: alimentos anticancerígenos, eles são aqueles que conseguem evitar a aparecimento da doença e ajudam no combate ao câncer, devido o seu poder antioxidante.
Um prato bem colorido com alimentos saudáveis e não industrializados, pobres em conservantes,  é a melhor solução para combater e prevenir as diversas formas de câncer.
Alguns exemplos de alimentos que combatem o câncer são:
  • Frutas: suco de uva natural concentrado, acerola, manga, romã;
  • Hortaliças: brócolis, alho, tomate, chicória, cebola vermelha, cenoura;
  • Cereais Integrais: Aveia, semente ou farinha de linhaça;
  • Outros: Peixes, chá verde, pimenta;

Alimentos que Protegem do Câncer
Os alimentos que protegem do câncer possuem características que ajudam a bloquear as enzimas causadoras de metástases, produzidas pelas células cancerígenas. Eles ajudam também a desintoxicar o organismo, varrendo os radicais livres, evitando a oxidação das células, agindo como antioxidantes.
Abaixo, alguns exemplos de alimentos que protegem o organismo contra o câncer:
  • Alimentos fonte de Vitaminas do Complexo B: Banana, carnes, ovos, vegetais verde-escuros.
  • Principalmente de Vitamina B6: carnes em geral, de preferência magras, ovos, leguminosas, espinafre, pimentão, nabo, aveia e trigo;
  • Legumes e Frutas: Manga, melancia, aipo, pepino, tomate, laranja;
  • Alimentos fitoquímicos: Com função antioxidante, ricos em vitaminas C e E e minerais, como selênio. Fontes alimentares: frutas cítricas, chá verde ou mate, vinho tinto ou suco de uva concentrado, oleaginosas, alecrim, cúrcuma, curry, mostrada, farelo de trigo e aveia;
Com a alimentação saudável e o consumos dos alimentos acima, as células ficam mais protegidas e correm menor risco de sofrer qualquer tipo de mutação, o que levaria ao surgimento ou ao agravamento do câncer. Como por exemplo, as fibras quando são ingeridas atuam no sistema intestinal absorvendo os elementos causadores de câncer e os removem, impedindo a irritação e a sua absorção pela parede intestinal.
Já os alimentos ricos em vitaminas do complexo B, principalmente na vitamina B6, fortalecem as mucosas e não deixa que as células passem pelo processo de mutação, que daria início ao câncer.
A manga é uma fruta rica em antioxidantes chamados polifenóis, que combatem o câncer, principalmente o de mama e o de cólon. A fruta também é rica em vitaminas A e C. Outra fruta essencial nessa luta é a Melancia que além de hidratar o corpo, por ser rica em água, protege contra o câncer devido ao seu alto teor de licopeno e glucationa, substâncias que também evitam a oxidação celular. O Tomate é rico em fitonutrientes, especialmente o licopeno que ajuda a proteger de doenças degenerativas.
Observação: O consumo de 10 tomates ou mais por semana ajuda a reduzir para um terço a probabilidade de desenvolver o câncer de próstata, neste caso, indicamos o consumo de suco natural de tomate, que ajuda no consumo da quantidade recomendada, de maneira facilitada.
Legumes como aipo e pepino, também são alimentos que evitam o surgimento do câncer. Ricos em potássio e flavonoides evitam os danos aos radicais livres das células responsáveis pelo aparecimento da doença.
Os indivíduos que se alimentam mais de legumes e frutas estão mais protegidos do câncer, pois segundo as últimas pesquisas científicas, as substâncias fitoquímicas, possuem a capacidade de impedir a transformação de uma célula saudável em uma célula cancerígena.
Ao mesmo tempo, uma alimentação rica em gorduras, açúcares e carboidratos simples, pães brancos, bolachas recheadas, carnes vermelhas e gordurosas, embutidos e enlatados são responsáveis pela inflamação celular, desequilibram hormônios como a insulina, prejudicam os níveis de colesterol e por isso devem ser EVITADOS NA ALIMENTAÇÃO de quem busca saúde e qualidade de vida.

sábado, 23 de março de 2013

Nova insulina de ação prolongada dura até 40 horas

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Dependendo do tipo de diabetes e da forma de tratamento, vários pacientes têm que se auto-aplicar com insulina várias vezes ao dia para manter o seu nível de glicose no sangue estável .
Contudo, uma nova droga de nome Tresiba, já disponível no Reino Unido, torna mais fácil manter o diabetes sob controle, uma vez que após aplicada, ela tem a duração de 40 horas no organismo em vez de um máximo de 18 horas, sendo muito mais estável.
Se os pacientes esquecerem de tomar uma injeção por causa das demandas de suas vidas que os mantém ocupados, eles ficarão menos propensos a sofrer com uma alta taxa de açúcar no sangue, evitando alcançar a hiperglicemia”, relatou o Express.co.uk..
Os médicos saudaram o novo tratamento, que pode ser usado para monitorar os tipos 1 e 2 da diabetes. “Muitos dos meus pacientes me dizem que têm dificuldade em tomar a insulina exatamente à mesma hora do dia. Isso pode se dar muitas vezes por razões que todos nós podemos passar, disse “Melanie Davies, professora sobre Diabetes na Universidade de Medicina de Leicester.
“Podemos ficar presos no trânsito ao pegar as crianças na escola ou nossas rotinas no trabalho podem mudar”, disse Davies. “Agora, pela primeira vez pacientes insulino-dependentes terão a paz de espírito ao saber que o açúcar no sangue continua sob controle, caso eles,de vez em quando, não possam tomar a sua dose de insulina à mesma hora a cada dia”, disse.
A nova droga poderia ajudar a reduzir as 24 mil mortes desnecessárias e prematuras de diabetes a cada ano, acreditam os médicos. Espera-se também uma enorme economia para o Serviço Nacional de Saúde (NHS) no Reino Unido. Oitenta por cento dos 10 bilhões de libras por ano gastos com diabetes vai para o tratamento de complicações evitáveis.
Tresiba, foi desenvolvido pela Novo Nordisk, já tendo sido aprovado pela Comissão Europeia em Janeiro deste ano.

http://www.deccanherald.com/

sábado, 2 de março de 2013

NOVO DISPOSITIVO COLOCADO NO INTESTINO AJUDA NO TRATAMENTO DE DIABÉTICOS TIPO 2

Esta semana eu vi uma notícia que chamou-me a atenção. Se tratava de uma nova técnica cirúrgica já sendo realizada em São Paulo, no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, que consistia em implantar no duodeno um dispositivo impermeável chamado “endobarrier” cuja função seria excluir essa parte do intestino no processo de digestão. Este dispositivo faria com que o duodeno deixasse de produzir hormônios permitindo assim, ao pâncreas, melhorar a produção de insulina. Ainda de acordo com a notícia, ao longo de um ano, 75% dos pacientes submetidos a esta operação obtiveram uma redução significativa em seus índices de glicemia.
Este método fora desenvolvido com base na cirurgia bariátrica, porém se demonstra bem menos invasivo, pois pode ser realizado através de uma simples endoscopia ou videolaparoscopia. De acordo com um dos médicos desenvolvedores desta técnica, Dr. Almino Ramos, “para casos menos graves e iniciais de diabetes é mais indicado fazer por endoscopia, que é a opção menos invasiva. Já os casos mais complexos, onde há muito excesso de peso, o ideal é fazer a operação por vídeo”.
Esta novidade é uma ótima notícia, mas ainda não saberia dizer quando estará acessível para todos. Certamente não faltarão candidatos para serem submetidos a esta técnica, uma vez que inúmeros diabéticos do tipo 2 estariam qualificados a este procedimento. Para muitos pacientes, a cirurgia seria mais recomendada que o uso das medicações atualmente existentes, claro, conforme a opinião do médico de cada um.
Nunca é demais lembrar que a melhora dos sintomas do diabetes tipo 2 depende, principalmente, do próprio diabético. Uma dieta adequada, exercícios físicos e hábitos saudáveis deveria estar na agenda diária de todos.
Será que algo ou alguém precisa controlar o nosso corpo? Como estou neste momento? Como está a minha vida?
A saúde de cada um caminha de acordo com a sua maneira de viver, por isso uma ou duas vezes ao dia faça algo para si mesmo. É fundamental para a promoção de nosso bem estar ao menos uma leve caminhada, ouvir uma música ou ler um livro para relaxar. Presenteie-se diariamente com estes pequenos prazeres.
Eu não posso controlar o futuro ainda, portanto tenho que viver o presente calmamente e com um passo de cada vez. Se eu conseguir mudar o meu dia-a-dia nas pequenas coisas, em breve a mudança terá sido suficiente para perceber os benefícios em meu corpo.
E o que ganho com o controle da minha saúde? – Disposição para fazer o que quiser.

sexta-feira, 1 de março de 2013

FDA: uso de codeína em crianças após amigdalectomia e/ou adenoidectomia pode levar a eventos adversos graves ou morte



O Food and Drug Administration (FDA) está revisando relatos a respeito de crianças que desenvolveram efeitos adversos graves ou morreram depois de tomar codeína para alívio da dor após amigdalectomia e/ou adenoidectomia1, para tratar a síndrome2 de apneia obstrutiva do sono3. Recentemente, três mortes em crianças e um caso de depressão respiratória grave foram documentados na literatura médica. Essas crianças (com idades entre 2 e 5 anos) apresentaram evidências de uma habilidade herdada (genética) para converter a codeína em morfina em quantidades de risco para a vida. Todas as crianças receberam doses de codeína que estavam dentro daquelas habitualmente recomendadas.

A codeína é um analgésico4 opiáceo utilizado para tratar a dor leve à moderadamente grave. Também é usada, geralmente em combinação com outros medicamentos, para reduzir a tosse. Ela está disponível como produto com um único ingrediente ou em combinação com paracetamol ou aspirina em alguns medicamentos para gripe5 e tosse.

Quando a codeína é ingerida, ela é convertida em morfina no fígado6 por uma enzima7 chamada citocromo P450 2D6 (CYP2D6). Algumas pessoas têm variações de DNA que tornam esta enzima7 mais ativa, fazendo com que a codeína seja convertida em morfina mais rápido e completamente do que em outras pessoas. As chamadas "metabolizadoras ultra-rápidas" de substratos das isoenzimas do citocromo P450 2D6 (incluindo codeína) são mais propensas a ter quantidades maiores do que o normal de morfina no sangue8 depois de tomar codeína. Altos níveis de morfina podem resultar em dificuldade respiratória, que pode ser fatal. Tomar codeína após amigdalectomia e/ou adenoidectomia1 pode aumentar o risco de problemas respiratórios e morte em crianças que são "metabolizadoras ultra-rápidas." O número estimado de "metabolizadoras ultra-rápidas" é geralmente 1 a 7 por 100 pessoas, mas pode ser tão alto quanto 28 por 100 pessoas em determinados grupos étnicos.
O FDA está realizando uma revisão de segurança da codeína para determinar se há outros casos de superdosagem acidental ou morte em crianças que tomaram codeína e se estes eventos adversos ocorreram durante o tratamento de outros tipos de dor, como dor no pós-operatório de outros tipos de cirurgias ou procedimentos.

Os profissionais de saúde9 devem estar cientes dos riscos do uso de codeína em crianças, particularmente naquelas que serão submetidas à amigdalectomia e/ou adenoidectomia1 para tratar a síndrome2 de apneia obstrutiva do sono3. Caso seja necessária a prescrição de medicamentos contendo codeína, a menor dose eficaz durante o menor período de tempo deve ser usada de acordo com a necessidade (ou seja, não deve ser prescrita em intervalos de tempos pré-determinados).
Os pais que observarem sonolência incomum, confusão mental ou respiração difícil ou ruidosa em seus filhos devem parar de dar a codeína à criança e procurar atendimento médico imediatamente, uma vez que estes são sinais10 de overdose.

Testes aprovados pelo FDA estão disponíveis para a determinação do genótipo de um paciente CYP2D6.

Fonte: FDA

NEWS.MED.BR, 2013. FDA: uso de codeína em crianças após amigdalectomia e/ou adenoidectomia pode levar a eventos adversos graves ou morte. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/pharma-news/338989/fda-uso-de-codeina-em-criancas-apos-amigdalectomia-e-ou-adenoidectomia-pode-levar-a-eventos-adversos-graves-ou-morte.htm>. Acesso em: 1 mar. 2013.

 
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