O Food and Drug Administration (FDA) aprovou o Vismodegib (comercializado como Erivedge), o primeiro medicamento para o tratamento do carcinoma1 de células basais metastático. O medicamento é indicado para pacientes2 cujo câncer3 tenha avançado localmente ou à distância e para quem a cirurgia ou a radiação não é uma opção.
A aprovação foi baseada em um estudo multicêntrico com 104 pacientes com carcinoma1 de células basais localmente avançado ou metastático. O estudo anatomopatológico de revisão confirmou o diagnóstico4 do tumor5 em 96 pacientes - 33 pacientes com carcinoma1 de células basais metastático e 63 pacientes com carcinoma1 de células basais localmente avançado. Trinta por cento dos pacientes com doença metastática, que tomaram 150 mg de Vismodegib ao dia, tiveram uma redução parcial das lesões cancerosas e 43% daqueles com doença avançada localmente mostraram uma redução parcial ou completa.
Vismodegib terá uma advertência, em sua bula, sobre o risco potencial de graves defeitos congênitos6 ou de morte fetal. Os médicos devem verificar a possibilidade de gravidez7 antes de prescreverem o medicamento e recomendarem métodos contraceptivos para todas as mulheres em idade fértil. Efeitos colaterais comuns do tratamento incluem diminuição do apetite, queda dos cabelos, perda de peso, espasmos musculares, fadiga, artralgias, náuseas8 e vômitos9.
Fonte: FDA
sábado, 11 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Duas novas vacinas serão oferecidas no calendário de vacinação infantil pelo Ministério da Saúde a partir de 2012
O Brasil irá ampliar o Calendário Básico de Vacinação da Criança com a introdução Vacina1 Inativada contra a Poliomielite2 (VIP), feita com vírus3 inativado. A nova vacina1 será utilizada no calendário de rotina, em paralelo com a campanha nacional de imunização4 (realizada com as duas gotinhas da vacina1 oral). A injetável, no entanto, só será aplicada para as crianças que estão iniciando o calendário de vacinação.
A introdução da Vacina1 Inativada Poliomielite2 (VIP), com vírus3 inativado, vem ocorrendo em países que já eliminaram a doença. Como o vírus3 da poliomielite2 ainda circula em 25 países, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) recomenda que os países das Américas continuem utilizando a vacina1 oral, com vírus3 atenuado, até a erradicação mundial da poliomielite2, o que garante uma proteção de grupo. O Brasil utilizará um esquema sequencial, com as duas vacinas, aproveitando as vantagens de cada uma, mantendo, assim, o país livre da doença. A VIP será aplicada aos dois e aos quatro meses de idade e a vacina1 oral será utilizada nos reforços, aos seis e aos 15 meses de idade.
A VIP será introduzida no calendário básico a partir do segundo semestre desse ano. As campanhas anuais contra poliomielite2 também serão modificadas a partir de 2012. Na primeira etapa - a ser realizada em 16 de junho - tudo continua como antes: todas as crianças menores de cinco anos receberão uma dose de VOP, independente de terem sido vacinadas anteriormente. Na segunda etapa - que ocorrerá em agosto - todas as crianças menores de cinco anos devem comparecer aos postos de saúde, levando o Cartão de Vacinação. A caderneta será avaliada para a atualização das vacinas que estiverem em atraso. Essa segunda etapa será chamada de Campanha Nacional de Multivacinação, possibilitando que o país aumente as coberturas vacinais, atingindo as crianças de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.
Outra novidade para 2012 será a vacina1 pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria5, tétano6, coqueluche7, Haemophilus influenza tipo b e hepatite8 B). Atualmente a imunização4 para estas doenças é oferecida em duas vacinas separadas.
“Com a inclusão da pentavalente no calendário vacinal vamos reduzir uma picada nas crianças, diminuindo as idas aos postos de saúde”, explicou o ministro Alexandre Padilha. Ele reforçou ainda a participação dos laboratórios públicos na produção de vacinas no país.
Pentavalente - A inclusão da vacina1 pentavalente no calendário da criança também será feita a partir do segundo semestre de 2012. A pentavalente combina a atual vacina1 tretavalente (difteria5, tétano6, coqueluche7, haemophilus influenza tipo b) com a vacina1 contra a hepatite8 B. Ela será produzida em parceria com os laboratórios Fiocruz/Bio-Manguinhos e Instituto Butantan. As crianças serão vacinadas aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade.
Com o novo esquema, além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina1 DTP (difteria5, tétano6, coqueluche7). O primeiro a partir dos 12 meses e, o segundo reforço, entre 4 e 6 anos. Além disso, os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina1 hepatite8 B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical (transmissão de mãe para filho).
Heptavalente - No prazo de quatro anos, o Ministério da Saúde deverá transformar a pentavalente em heptavalente, com a inclusão das vacinas inativada poliomielite2 e meningite9 C conjugada. “As vacinas combinadas possuem vários benefícios, entre eles o fato de reunir, em apenas uma injeção10, vários componentes imunobiológicos. Além disso, os pais ou responsáveis precisarão ir menos aos postos de vacinação, o que poderá resultar em uma maior cobertura vacinal”, observa o ministro Alexandre Padilha.
A vacina1 heptavalente será desenvolvida em parceria com laboratórios Fiocruz/Bio-manguinhos, Instituto Butantan e Fundação Ezequiel Dias. A tecnologia envolvida é resultado de um acordo de transferência entre o Ministério da Saúde, por meio da Fiocruz, e o laboratório Sanofi.
Fonte: Ministério da Saúde
A introdução da Vacina1 Inativada Poliomielite2 (VIP), com vírus3 inativado, vem ocorrendo em países que já eliminaram a doença. Como o vírus3 da poliomielite2 ainda circula em 25 países, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) recomenda que os países das Américas continuem utilizando a vacina1 oral, com vírus3 atenuado, até a erradicação mundial da poliomielite2, o que garante uma proteção de grupo. O Brasil utilizará um esquema sequencial, com as duas vacinas, aproveitando as vantagens de cada uma, mantendo, assim, o país livre da doença. A VIP será aplicada aos dois e aos quatro meses de idade e a vacina1 oral será utilizada nos reforços, aos seis e aos 15 meses de idade.
A VIP será introduzida no calendário básico a partir do segundo semestre desse ano. As campanhas anuais contra poliomielite2 também serão modificadas a partir de 2012. Na primeira etapa - a ser realizada em 16 de junho - tudo continua como antes: todas as crianças menores de cinco anos receberão uma dose de VOP, independente de terem sido vacinadas anteriormente. Na segunda etapa - que ocorrerá em agosto - todas as crianças menores de cinco anos devem comparecer aos postos de saúde, levando o Cartão de Vacinação. A caderneta será avaliada para a atualização das vacinas que estiverem em atraso. Essa segunda etapa será chamada de Campanha Nacional de Multivacinação, possibilitando que o país aumente as coberturas vacinais, atingindo as crianças de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.
Outra novidade para 2012 será a vacina1 pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria5, tétano6, coqueluche7, Haemophilus influenza tipo b e hepatite8 B). Atualmente a imunização4 para estas doenças é oferecida em duas vacinas separadas.
“Com a inclusão da pentavalente no calendário vacinal vamos reduzir uma picada nas crianças, diminuindo as idas aos postos de saúde”, explicou o ministro Alexandre Padilha. Ele reforçou ainda a participação dos laboratórios públicos na produção de vacinas no país.
Pentavalente - A inclusão da vacina1 pentavalente no calendário da criança também será feita a partir do segundo semestre de 2012. A pentavalente combina a atual vacina1 tretavalente (difteria5, tétano6, coqueluche7, haemophilus influenza tipo b) com a vacina1 contra a hepatite8 B. Ela será produzida em parceria com os laboratórios Fiocruz/Bio-Manguinhos e Instituto Butantan. As crianças serão vacinadas aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade.
Com o novo esquema, além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina1 DTP (difteria5, tétano6, coqueluche7). O primeiro a partir dos 12 meses e, o segundo reforço, entre 4 e 6 anos. Além disso, os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina1 hepatite8 B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical (transmissão de mãe para filho).
Heptavalente - No prazo de quatro anos, o Ministério da Saúde deverá transformar a pentavalente em heptavalente, com a inclusão das vacinas inativada poliomielite2 e meningite9 C conjugada. “As vacinas combinadas possuem vários benefícios, entre eles o fato de reunir, em apenas uma injeção10, vários componentes imunobiológicos. Além disso, os pais ou responsáveis precisarão ir menos aos postos de vacinação, o que poderá resultar em uma maior cobertura vacinal”, observa o ministro Alexandre Padilha.
A vacina1 heptavalente será desenvolvida em parceria com laboratórios Fiocruz/Bio-manguinhos, Instituto Butantan e Fundação Ezequiel Dias. A tecnologia envolvida é resultado de um acordo de transferência entre o Ministério da Saúde, por meio da Fiocruz, e o laboratório Sanofi.
Fonte: Ministério da Saúde
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Novas recomendações de vacinação contra coqueluche
Apesar da boa cobertura da vacina tríplice bacteriana (DTP) contra difteria, tétano e coqueluche (pertussis), recomendada para todas as crianças com menos de sete anos de idade, tem sido detectado, nos últimos anos, aumento no número de casos de coqueluche. Esse aumento se deve à maior ocorrência da doença entre adolescentes e adultos jovens. Segundo o infectologista Jessé Reis Alves, responsável pelo serviço de Vacinação do Fleury Medicina e Saúde, alguns países divulgaram recentemente dados que comprovam tal crescimento, como foi o caso da Austrália.
» Clique aqui e conheça os sintomas da coqueluche
“Foram registrados mais de 40 mil casos de coqueluche em crianças e adultos entre julho de 2010 e julho de 2011, o que representou aumento significativo da incidência anual média da doença naquele país”, relata. E acrescenta: “a literatura científica já demonstra que muitos adultos voltam a ser suscetíveis à doença, uma vez que perdem a imunidade contra coqueluche produzida pela vacinação completa da infância”, explica o infectologista.
Com base nessa constatação, vários países têm modificado as recomendações de imunização com a DTP, atualmente administrada para crianças em um esquema de cinco doses, sendo:
• Três doses no primeiro ano de vida (2, 4 e 6 meses);
• Primeiro reforço aos 15 meses;
• Segundo reforço entre quatro e seis anos de idade.
A nova recomendação prevê que o próximo reforço, anteriormente feito aos 15 anos com a vacina dT – portanto, sem o componente pertussis – passe a ser feito com a vacina tríplice bacteriana acelular formulada especificamente para o adulto (dTpa).
Nos EUA, essa vacina já foi incorporada ao calendário oficial há algum tempo. O esquema americano prevê uma dose de dTpa aos 11 ou 12 anos de idade, podendo ser administrada até os 64 anos para pessoas que não a receberam previamente.
Em julho deste ano, o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), órgão do governo norte-americano, divulgou uma ampliação dessa indicação, incluindo os maiores de 64 anos. “É importante lembrar que os adultos infectados podem transmitir a bactéria para as crianças menores que ainda não receberam a vacina ou que ainda não completaram o esquema primário. A vacina nos mais velhos acaba por proteger, portanto, também os mais novos”, diz Jessé.
A Sociedade Brasileira de Imunizações já inclui a dTpa em seu calendário vacinal, em substituição à dT, no reforço previsto entre os 14 e os 16 anos. Para adultos que não receberam ou que não tenham registro de esquema básico com três doses de DTP, a imunização deve ser feita com dT ou TT a qualquer momento, sendo uma das doses substituídas por dTpa.
O calendário oficial do Programa Nacional de Imunizações brasileiro ainda não incorporou – por questões farmacoeconômicas – a dTpa, que, entretanto, já está licenciada pela Anvisa e pode ser obtida na rede privada. O Fleury disponibiliza a vacina em algumas de suas unidades, onde os clientes contam com um médico que poderá analisar seu histórico pessoal e vacinal e recomendar o esquema mais adequado para sua idade, estado imunológico e necessidades de proteção.
Unidade Paraíso: segunda a sábado, das 7h às 18h; domingo, das 7h às 12h
Unidades Ibirapuera: segunda a sexta, das 7h às 18h; sábado, das 7h às 12h
Unidades Itaim e Rochaverá-Morumbi: segunda a sábado, das 7h às 12h
Antes de se dirigir a uma de nossas unidades para efetuar a vacinação, entre em contato com a nossa Central de Atendimento 24h pelos telefones 3179-0822 (Grande São Paulo), 4004-1991 (Rio de Janeiro) ou pelo 0800-704-0822, se estiver em outras localidades, para confirmar disponibilidade e agenda.
--------------------Este material foi elaborado pelo Fleury, tendo caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Bronquiolite: terapia inalatória combinada com hélio e oxigênio melhora bebês com a doença
O estudo, publicado pelo periódico Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, foi realizado durante quatro anos, no departamento de emergência de um hospital infantil americano, por pesquisadores das universidades University of Louisville Medical Center e University of Pittsburgh Medical Center, em pacientes com idades entre 2 e 12 meses, com pontuação de três ou mais no Modified Wood's Clinical Asthma Score (M-WCAS).
Os pacientes receberam inicialmente tratamento com salbutamol1 nebulizado com oxigênio a 100%. Depois foram randomizados para um grupo que recebeu uma mistura de hélio e oxigênio ou para outro grupo que recebeu apenas oxigênio, em nebulização2 com epinefrina racêmica através de uma máscara facial. Após a nebulização2, o oxigênio umidificado ou a mistura de hélio-oxigênio foi oferecida por cânula nasal de alto fluxo. Após 60 minutos de terapia de inalação, os pacientes com uma pontuação do M-WCAS de 2 ou mais receberam uma segunda dose de epinefrina racêmica nebulizada, seguida de hélio-oxigênio ou oxigênio fornecido por cânula nasal de alto fluxo.
A principal avaliação final foi o grau de melhoria da pontuação do M-WCAS em 240 minutos ou até a alta do departamento de emergência.
Os resultados mostram que de 69 crianças inscritas, 34 foram randomizadas para o grupo hélio-oxigênio e 35 para o grupo de oxigênio. A alteração média na pontuação do M-WCAS desde o início até 240 minutos ou saída do departamento de emergência foi de 1,84 para o grupo de hélio-oxigênio em comparação com 0,31 para o grupo de oxigênio (P <0,001). A pontuação do M-WCAS foi significativamente melhor para o grupo de hélio-oxigênio em comparação com o grupo de oxigênio em 60 minutos (P = 0,005), 120 minutos (P <0,001), 180 minutos (P <0,001) e 240 minutos (P <0,001).
Os pacientes receberam inicialmente tratamento com salbutamol1 nebulizado com oxigênio a 100%. Depois foram randomizados para um grupo que recebeu uma mistura de hélio e oxigênio ou para outro grupo que recebeu apenas oxigênio, em nebulização2 com epinefrina racêmica através de uma máscara facial. Após a nebulização2, o oxigênio umidificado ou a mistura de hélio-oxigênio foi oferecida por cânula nasal de alto fluxo. Após 60 minutos de terapia de inalação, os pacientes com uma pontuação do M-WCAS de 2 ou mais receberam uma segunda dose de epinefrina racêmica nebulizada, seguida de hélio-oxigênio ou oxigênio fornecido por cânula nasal de alto fluxo.
A principal avaliação final foi o grau de melhoria da pontuação do M-WCAS em 240 minutos ou até a alta do departamento de emergência.
Os resultados mostram que de 69 crianças inscritas, 34 foram randomizadas para o grupo hélio-oxigênio e 35 para o grupo de oxigênio. A alteração média na pontuação do M-WCAS desde o início até 240 minutos ou saída do departamento de emergência foi de 1,84 para o grupo de hélio-oxigênio em comparação com 0,31 para o grupo de oxigênio (P <0,001). A pontuação do M-WCAS foi significativamente melhor para o grupo de hélio-oxigênio em comparação com o grupo de oxigênio em 60 minutos (P = 0,005), 120 minutos (P <0,001), 180 minutos (P <0,001) e 240 minutos (P <0,001).

07:37
TATI DALLA
