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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Projeto reduz pena para falsificação de medicamento

medicamento-falsificadoUma pena, não apenas para as indústrias que sofrem grandes prejuízos com as falsificações, mas para toda a sociedade que fica refém de uma falsificação que poderá levar as pessoas a óbito.
Com o Projeto de Lei 4898/12, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), que reduz a pena de crimes contra a saúde pública. O crime de falsificação de medicamento passará a ter uma pena banal.
Pelo texto, a pena para falsificação, adulteração ou alteração de produto terapêutico ou medicinal capaz de causar dano à saúde passará de reclusão, de 10 a 15 anos e multa, para 3 a 15 anos e multa.
Nas mesmas penas incorre quem importa, vende, tem em depósito, distribui ou entrega a consumo o produto falsificado, corrompido, adulterado ou alterado.
Entre os produtos que podem ser falsificados estão os medicamentos, as matérias-primas e os insumos farmacêuticos. No entanto, se o crime é culposo (sem intenção), a pena será detenção de seis meses a dois anos e multa. A pena atual é detenção de 1 a 3 três anos e multa.
De acordo com a comissão, as alterações pretendidas visam tornar a punição para esse tipo de conduta proporcional às demais condutas reprováveis. “Com a presente alteração, possibilita-se ao juiz uma melhor individualização da pena”, afirma o presidente da CCJ, deputado Ricardo Berzoini (PT-SP).
A proposta é resultado dos trabalhos da Subcomissão Especial de Crimes e Penas da CCJ.

Tramitação

A Mesa Diretora da Câmara definirá se a proposta seguirá diretamente para o Plenário ou se também passará pela análise de outra comissão temática.

Íntegra da proposta: PL-4898/2012

Reportagem – Oscar Telles
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Agência Câmara Notícias


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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

CVS compra rede de drogarias Onofre

cvs-onofreA  americana CVS Caremark Corp anunciou a aquisição da Drogaria Onofre, oitava maior rede de drogarias no Brasil, marcando o primeiro passo da empresa de serviços farmacêuticos para fora dos Estados Unidos.
Segundo o presidente-executivo da CVS, Larry Merlo, a rede composta por 44 lojas continuará a ser administrada no Brasil. Ele disse à Reuters que a aquisição não terá reflexos financeiros no resultado da CVS em 2013. A operação foi acordada na última semana.
"Vemos o Brasil como um mercado atrativo, visto que o segmentos de saúde e drogarias deve ter crescimento de dois dígitos na próxima década", disse Merlo. "Ainda é um mercado muito fragmentado, então vemos boas oportunidades para desenvolver o negócio ao longo do tempo."
A Onofre é a oitava maior rede de drogarias no Brasil em termos de vendas e a 18ª maior por número de lojas, segundo dados da Abrafarma, que representa o setor no país.
Fonte: Thomson Reuters 2013


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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Desvio de blocos de notificação de receituário tipo B no Rio de Janeiro

A Coordenação do SNGPC recebeu comunicado da Subsecretaria de Vigilância em Saúde do estado do Rio de Janeiro informando o desvio de blocos de notificação de receituário tipo B.
Desta forma, alertamos a todos os farmacêuticos que atuam em farmácias e drogarias, particularmente do estado do Rio de Janeiro, para que fiquem atentos ao recebimento de notificação de receita B com numeração entre DG 122931 e DG 123230.
Estas notificações não devem ser aceitas para fins de dispensação de medicamentos e o farmacêutico deve encaminhá-las ao órgão de vigilância sanitária de sua cidade. Nos casos de dispensações já realizadas, o farmacêutico também deve procurar o órgão de vigilância sanitária para comunicação do fato.
A Anvisa considera importante alertar os farmacêuticos e público em geral para que os riscos inerentes ao uso indevido dessas notificações sejam prevenidos e eliminados.




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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Estudo aponta que brasileiros abusam do uso de ansiolíticos e demonstram sinais de dependência



A PROTESTE realizou uma pesquisa sobre hábitos de consumo de ansiolíticos, antidepressivos e hipnóticos, com pessoas de cinco países, para analisar o uso destes medicamentos.
E o resultado revelou que a epidemia dos Rivotris, Valiums, Prozacs e afins em nosso país é até mais grave do que nos demais pesquisados: Bélgica, Itália, Espanha e Portugal.
Os brasileiros demonstraram um uso crônico significativamente mais alto, principalmente de antidepressivos. O uso desdes medicamentos está associado a indivíduos com estilo de vida pouco saudável, definido por aqueles que sofrem de insônia, são fumantes, sedentários, estressados e portadores de transtornos de ansiedade ou depressão.

Veja abaixo os índices que apontaram que os brasileiros iniciam o consumo mais cedo:
  • - 45% dos entrevistados brasileiros já fizeram uso desses medicamentos e também declararam ter consumido mais de todas as categorias de medicamentos no último ano.
  • - 36% dos brasileiros começaram a tomá-los antes dos 26 anos, percentual mais alto entre as nacionalidades ouvidas.
  • - Mulheres na faixa etária entre 55 e 74 anos e com escolaridade baixa são mais propensas a consumir, ao longo da vida, esses psicotrópicos, cujo uso idealmente não deveria exceder quatro semanas e 50% dos participantes admitiram consumi-los por mais de um ano.
  • - 47% das pessoas usam ansiolíticos juntamente com antidepressivos, os principais motivos que levam a ingerir esses medicamentos são problemas de insônia e acontecimentos traumáticos, como morte de parente, divórcio ou desemprego.
  • - 9% dos participantes admitiram adquirir os medicamentos por meio de parentes ou amigos.
  • Boa parte dos usuários, sob acompanhamento médico, relatou não ter recebido qualquer orientação ou advertência sobre os riscos de dependência, seus efeitos colaterais e o perigo em associá-los ao álcool.
  • - 35% dos brasileiros apresentam sinais de dependência de ansiolíticos e hipnóticos
  • - 45% disseram se sentir mais seguros se tiverem o remédio à mão e uma parte significativa afirmou ficar nervosa com sua falta. Não bastasse, um quarto dos usuários aumenta suas doses para manter a sua eficácia.


razoes-uso-tranquilizantes

Os dados de nossa pesquisa, contrários ao estereótipo do brasileiro despreocupado e tranquilo, evidenciam que o uso irresponsável e o abuso dessas medicações já são uma realidade em nossa sociedade.

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Os perigos de malhar em jejum

 


Por muitas vezes me deparo com recomendações de leigos, sites e até especialistas que enfatizam a ideia de praticar exercício físico em jejum. É bom ressaltar: essa prática não é saudável!
Ao acordar, você está no estado que chamamos de jejum overnight. Isso significa que você está sem comer pelo menos 8 horas. A glicose sangüínea está baixa e seu organismo precisa de fontes energéticas para te manter em pé. Se não come e vai praticar qualquer exercício, você não perde gordura, e sim, massa muscular. Você vai emagrecer, é fato, mas será por conta da perda de massa muscular, o que não é o foco dos adeptos a malhação.
Quer saber outra coisa super importante? O café da manhã é sua principal refeição, é ela que te dará as energias necessárias para o dia. Em jejum, principalmente durante a prática de atividades físicas, pode lhe render uma hipoglicemia, com consequente vertigem e até desmaio! Imagine você fazendo uma sessão de supino e desmaia? Ou está correndo na esteira, tem uma tontura e cai? Que perigo!

Antes de malhar, não precisa comer tudo o que vê pela frente, não é o intuito. Coma um pão integral, uma fruta, um iogurte. Precisamos de 60% de fonte de carboidrato por dia! Não engorda, quando ingeridos na quantidade ideal. O carboidrato é quebrado e armazenado como estoques de glicogênio. Durante o exercício, estes estoques são depletados, ou seja, utilizados como fonte energética. Após o exercício, é necessário uma uma alimentação leve, porém, completa, com fonte de carboidratos, proteínas e fontes seguras de gordura (leite desnatado, azeite e castanhas), pois o seu metabolismo está a mil até 1 hora após a prática e precisa armazenar a energia perdida.
Não há segredo. Ninguém pára em pé sem alimento! Não caia neste mito, pois é um perigo para sua saúde.
Até mais!

 
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