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sexta-feira, 6 de abril de 2012

ANVISA ESTUDA REMÉDIO FORA DO BALCÃO

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está revisando a regulamentação sobre medicamentos isentos de receita médica. A agência formou um grupo de trabalho em janeiro para analisar a questão. Desde sexta-feira, as farmácias no Estado de São Paulo estão liberadas para vender esse tipo de remédio em áreas acessíveis ao consumidor, segundo lei votada pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Até então, eles ficavam atrás do balcão. 

A medida promulgada pela assembleia contraria a resolução nº 44/09 da Anvisa. Ela diz que todo tipo de medicamento deve ficar acessível somente a funcionários. O Rio de Janeiro tem, desde 2010, uma lei idêntica à aprovada em São Paulo, que permite às farmácias oferecer esse tipo de produto em área de circulação comum, ou seja, fora do balcão. Para o presidente-executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, a restrição adotada pela Anvisa prejudica o consumidor.

Segundo Barreto, ter que pedir um medicamento ao farmacêutico pode inibir a comparação de preços, por exemplo. Para ele, a obrigação de fazer o pedido a um profissional, para que o cliente receba também orientação, tem efeito mais ideológico do que prático. "Quem deseja informação, pergunta", diz. Barreto é integrante do grupo de discussão formado pela Anvisa.

Para o presidente da rede farmacêutica Pague Menos, Deusmar Queirós, a lei aprovada pela assembleia paulista "corrige um erro" no setor. Segundo ele, a população já está familiarizada com esse tipo de remédio e, portanto, o risco do mau uso seria pequeno. "Tem sentido eu botar um descongestionante nasal atrás do balcão? Não tem", diz.

Queirós afirma que as unidades do grupo Pague Menos em São Paulo já estudam quais produtos colocarão nos espaços de circulação. O presidente da rede, que tem 518 lojas pelo Brasil, diz acreditar que a restrição da Anvisa cairá também no restante do país.





sábado, 11 de fevereiro de 2012

CUIDADOS EM DIABETES: USO DE INSULINA

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

FDA: novo medicamento aprovado para o câncer de pele, o Vismodegib

 

FDA: novo medicamento aprovado para o câncer de pele, o Vismodegib
O Food and Drug Administration (FDA) aprovou o Vismodegib (comercializado como Erivedge), o primeiro medicamento para o tratamento do carcinoma1 de células basais metastático. O medicamento é indicado para pacientes2 cujo câncer3 tenha avançado localmente ou à distância e para quem a cirurgia ou a radiação não é uma opção.
A aprovação foi baseada em um estudo multicêntrico com 104 pacientes com carcinoma1 de células basais localmente avançado ou metastático. O estudo anatomopatológico de revisão confirmou o diagnóstico4 do tumor5 em 96 pacientes - 33 pacientes com carcinoma1 de células basais metastático e 63 pacientes com carcinoma1 de células basais localmente avançado. Trinta por cento dos pacientes com doença metastática, que tomaram 150 mg de Vismodegib ao dia, tiveram uma redução parcial das lesões cancerosas e 43% daqueles com doença avançada localmente mostraram uma redução parcial ou completa.
Vismodegib terá uma advertência, em sua bula, sobre o risco potencial de graves defeitos congênitos6 ou de morte fetal. Os médicos devem verificar a possibilidade de gravidez7 antes de prescreverem o medicamento e recomendarem métodos contraceptivos para todas as mulheres em idade fértil. Efeitos colaterais comuns do tratamento incluem diminuição do apetite, queda dos cabelos, perda de peso, espasmos musculares, fadiga, artralgias, náuseas8 e vômitos9.
Fonte: FDA

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Duas novas vacinas serão oferecidas no calendário de vacinação infantil pelo Ministério da Saúde a partir de 2012

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Duas novas vacinas serão oferecidas no calendário de vacinação infantil pelo Ministério da Saúde a partir de 2012
O Brasil irá ampliar o Calendário Básico de Vacinação da Criança com a introdução Vacina1 Inativada contra a Poliomielite2 (VIP), feita com vírus3 inativado. A nova vacina1 será utilizada no calendário de rotina, em paralelo com a campanha nacional de imunização4 (realizada com as duas gotinhas da vacina1 oral). A injetável, no entanto, só será aplicada para as crianças que estão iniciando o calendário de vacinação.
A introdução da Vacina1 Inativada Poliomielite2 (VIP), com vírus3 inativado, vem ocorrendo em países que já eliminaram a doença. Como o vírus3 da poliomielite2 ainda circula em 25 países, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) recomenda que os países das Américas continuem utilizando a vacina1 oral, com vírus3 atenuado, até a erradicação mundial da poliomielite2, o que garante uma proteção de grupo. O Brasil utilizará um esquema sequencial, com as duas vacinas, aproveitando as vantagens de cada uma, mantendo, assim, o país livre da doença. A VIP será aplicada aos dois e aos quatro meses de idade e a vacina1 oral será utilizada nos reforços, aos seis e aos 15 meses de idade.
A VIP será introduzida no calendário básico a partir do segundo semestre desse ano. As campanhas anuais contra poliomielite2 também serão modificadas a partir de 2012. Na primeira etapa - a ser realizada em 16 de junho - tudo continua como antes: todas as crianças menores de cinco anos receberão uma dose de VOP, independente de terem sido vacinadas anteriormente. Na segunda etapa - que ocorrerá em agosto - todas as crianças menores de cinco anos devem comparecer aos postos de saúde, levando o Cartão de Vacinação. A caderneta será avaliada para a atualização das vacinas que estiverem em atraso. Essa segunda etapa será chamada de Campanha Nacional de Multivacinação, possibilitando que o país aumente as coberturas vacinais, atingindo as crianças de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.
Outra novidade para 2012 será a vacina1 pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria5, tétano6, coqueluche7, Haemophilus influenza tipo b e hepatite8 B). Atualmente a imunização4 para estas doenças é oferecida em duas vacinas separadas.
“Com a inclusão da pentavalente no calendário vacinal vamos reduzir uma picada nas crianças, diminuindo as idas aos postos de saúde”, explicou o ministro Alexandre Padilha. Ele reforçou ainda a participação dos laboratórios públicos na produção de vacinas no país.
Pentavalente - A inclusão da vacina1 pentavalente no calendário da criança também será feita a partir do segundo semestre de 2012. A pentavalente combina a atual vacina1 tretavalente (difteria5, tétano6, coqueluche7, haemophilus influenza tipo b) com a vacina1 contra a hepatite8 B. Ela será produzida em parceria com os laboratórios Fiocruz/Bio-Manguinhos e Instituto Butantan. As crianças serão vacinadas aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade.
Com o novo esquema, além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina1 DTP (difteria5, tétano6, coqueluche7). O primeiro a partir dos 12 meses e, o segundo reforço, entre 4 e 6 anos. Além disso, os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina1 hepatite8 B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical (transmissão de mãe para filho).
Heptavalente - No prazo de quatro anos, o Ministério da Saúde deverá transformar a pentavalente em heptavalente, com a inclusão das vacinas inativada poliomielite2 e meningite9 C conjugada. “As vacinas combinadas possuem vários benefícios, entre eles o fato de reunir, em apenas uma injeção10, vários componentes imunobiológicos. Além disso, os pais ou responsáveis precisarão ir menos aos postos de vacinação, o que poderá resultar em uma maior cobertura vacinal”, observa o ministro Alexandre Padilha.
A vacina1 heptavalente será desenvolvida em parceria com laboratórios Fiocruz/Bio-manguinhos, Instituto Butantan e Fundação Ezequiel Dias. A tecnologia envolvida é resultado de um acordo de transferência entre o Ministério da Saúde, por meio da Fiocruz, e o laboratório Sanofi.
Fonte: Ministério da Saúde

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Novas recomendações de vacinação contra coqueluche



Apesar da boa cobertura da vacina tríplice bacteriana (DTP) contra difteria, tétano e coqueluche (pertussis), recomendada para todas as crianças com menos de sete anos de idade, tem sido detectado, nos últimos anos, aumento no número de casos de coqueluche. Esse aumento se deve à maior ocorrência da doença entre adolescentes e adultos jovens. Segundo o infectologista Jessé Reis Alves, responsável pelo serviço de Vacinação do Fleury Medicina e Saúde, alguns países divulgaram recentemente dados que comprovam tal crescimento, como foi o caso da Austrália.

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“Foram registrados mais de 40 mil casos de coqueluche em crianças e adultos entre julho de 2010 e julho de 2011, o que representou aumento significativo da incidência anual média da doença naquele país”, relata. E acrescenta: “a literatura científica já demonstra que muitos adultos voltam a ser suscetíveis à doença, uma vez que perdem a imunidade contra coqueluche produzida pela vacinação completa da infância”, explica o infectologista.

Com base nessa constatação, vários países têm modificado as recomendações de imunização com a DTP, atualmente administrada para crianças em um esquema de cinco doses, sendo:

• Três doses no primeiro ano de vida (2, 4 e 6 meses);
• Primeiro reforço aos 15 meses;
• Segundo reforço entre quatro e seis anos de idade.

A nova recomendação prevê que o próximo reforço, anteriormente feito aos 15 anos com a vacina dT – portanto, sem o componente pertussis – passe a ser feito com a vacina tríplice bacteriana acelular formulada especificamente para o adulto (dTpa).

Nos EUA, essa vacina já foi incorporada ao calendário oficial há algum tempo. O esquema americano prevê uma dose de dTpa aos 11 ou 12 anos de idade, podendo ser administrada até os 64 anos para pessoas que não a receberam previamente.

Em julho deste ano, o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), órgão do governo norte-americano, divulgou uma ampliação dessa indicação, incluindo os maiores de 64 anos. “É importante lembrar que os adultos infectados podem transmitir a bactéria para as crianças menores que ainda não receberam a vacina ou que ainda não completaram o esquema primário. A vacina nos mais velhos acaba por proteger, portanto, também os mais novos”, diz Jessé.

A Sociedade Brasileira de Imunizações já inclui a dTpa em seu calendário vacinal, em substituição à dT, no reforço previsto entre os 14 e os 16 anos. Para adultos que não receberam ou que não tenham registro de esquema básico com três doses de DTP, a imunização deve ser feita com dT ou TT a qualquer momento, sendo uma das doses substituídas por dTpa.

O calendário oficial do Programa Nacional de Imunizações brasileiro ainda não incorporou – por questões farmacoeconômicas – a dTpa, que, entretanto, já está licenciada pela Anvisa e pode ser obtida na rede privada. O Fleury disponibiliza a vacina em algumas de suas unidades, onde os clientes contam com um médico que poderá analisar seu histórico pessoal e vacinal e recomendar o esquema mais adequado para sua idade, estado imunológico e necessidades de proteção.

Unidade Paraíso: segunda a sábado, das 7h às 18h; domingo, das 7h às 12h
Unidades Ibirapuera: segunda a sexta, das 7h às 18h; sábado, das 7h às 12h
Unidades Itaim e Rochaverá-Morumbi: segunda a sábado, das 7h às 12h

Antes de se dirigir a uma de nossas unidades para efetuar a vacinação, entre em contato com a nossa Central de Atendimento 24h pelos telefones 3179-0822 (Grande São Paulo), 4004-1991 (Rio de Janeiro) ou pelo 0800-704-0822, se estiver em outras localidades, para confirmar disponibilidade e agenda.

--------------------Este material foi elaborado pelo Fleury, tendo caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.

 
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