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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Limitar o consumo de álcool reduz o risco de câncer

Limitar o consumo de álcool reduz o risco de câncer


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Limitar o consumo de álcool reduz o risco de câncer
O calendário social deste mês costuma ser cheio de comemorações, quase sempre regadas por bebidas alcoólicas. Beber um drinque em uma festa não significa causar danos à sua saúde, mas ingerir rotineiramente mais de um ou dois drinques por dia pode aumentar o seu risco de câncer1.
O consumo de álcool está ligado a um maior risco de tumores da boca e garganta, câncer1 de fígado2, câncer1 de cólon e de mama. É por isso que a American Cancer1 Society recomenda limitar o álcool a não mais de um drinque por dia para mulheres e dois drinques ao dia para os homens.
Câncer1 de Mama
As pesquisas mostram que as mulheres que ingerem dois a cinco drinques de bebidas alcoólicas ao dia têm risco mais alto para câncer1 de mama, quando comparadas àquelas que tomam um drinque por dia ou às que não fazem uso de álcool. Em estudo publicado recentemente pelo Journal of the American Medical Association, em novembro, os pesquisadores encontraram evidências que ligam níveis ainda mais baixos de consumo de álcool a um aumento no risco de câncer1 de mama - três a seis copos de vinho por semana já aumentam ligeiramente este risco.
Não está claro como ou porquê o álcool eleva o risco, nem o motivo pelo qual as mulheres são mais susceptíveis do que os homens, mas sabe-se que limitar o consumo é especialmente importante para mulheres que têm outros fatores de risco para este tumor3, como história de câncer1 de mama na família.


Câncer1 de cólon

O câncer1 de cólon foi associado ao uso intenso de álcool. Pelo menos alguns deles podem ser devido ao fato de que os usuários de álcool tendem a ter baixos níveis de ácido fólico no organismo. O uso de álcool deve ser limitado a não mais de dois drinques por dia para homens e um por dia para mulheres.

Câncer1 de fígado2

O abuso de álcool é uma das principais causas de cirrose4, uma doença em que as células danificadas do fígado2 são substituídas por tecido5 cicatricial. A cirrose4 está relacionada com um risco aumentado de câncer1 de fígado2. Em um estudo recente, um número significativo de casos deste tumor3 foram associados com história pregressa de ingestão excessiva de álcool.

Câncer1 de boca e de garganta

O consumo de álcool aumenta o risco de desenvolver câncer1 de boca e de garganta. O risco sobe ainda mais para as pessoas que também fumam. Cerca de sete em cada 10 pacientes com câncer1 de boca são consumidores pesados de álcool.

Segundo alguns estudos, o risco destes tipos de tumores em pessoas que bebem em excesso e também fumam pode ser até 100 vezes maior do que o risco em pessoas que não fumam ou não bebem.

Além do risco aumentado para desenvolver tumores malignos, o consumo exagerado de álcool pode levar a outras consequências danosas para o organismo como problemas hepáticos, pancreatite6, hipertensão arterial7 (pressão alta), distúrbios psicológicos, etc.

ABC.MED.BR, 2011. Limitar o consumo de álcool reduz o risco de câncer. Disponível em: <http://www.abc.med.br/p/251650/limitar+o+consumo+de+alcool+reduz+o.htm>. Acesso em: 22 dez. 2011.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Câncer de mama: novas informações sobre fatores de risco estudados pelo Institute of Medicine



   

 

Câncer de mama: novas informações sobre fatores de risco estudados pelo Institute of Medicine

 

A fundação Susan G. Komen for the Cure solicitou ao Institute of Medicine (IOM) uma revisão das evidências atuais de interações entre genética e ambiente em relação ao câncer1 de mama e dos desafios de pesquisas, uma exploração das ações baseadas em evidências para reduzir o risco desse tumor2 e recomendações de novas diretrizes para as pesquisas futuras.
De maneira geral, o IOM descobriu que grandes avanços foram feitos na compreensão do câncer1 de mama e de seus fatores de risco, mas que precisamos aprender mais sobre suas causas e como evitá-lo. As informações sugerem que as mulheres podem ser mais suscetíveis a alguns fatores de risco durante certas fases da vida.
Dos fatores ambientais analisados, aqueles com evidências mais consistentes de uma associação com um risco aumentado para o câncer1 de mama incluem: radiação ionizante, terapia hormonal combinada com estrogênio e progestina, ganho de peso principalmente na pós-menopausa3. Também foi observado que quanto maior a atividade física realizada, menor o risco. Para outros fatores, as evidências de estudos em humanos são limitadas, contraditórias ou ausentes.
O IOM concluiu que as mulheres têm algumas oportunidades para reduzir seu risco de câncer1 de mama por meio de ações pessoais, tais como:
  • Evitar radiações ionizantes desnecessárias ao longo da vida.
  • Evitar o uso da terapia hormonal combinada, quando possível.
  • Evitar o cigarro.
  • Limitar o consumo de álcool.
  • Aumentar a atividade física.
  • Minimizar o ganho de peso, principalmente na pós-menopausa3.
Para fazer uma abordagem de estudos sobre o câncer1 de mama nos diferentes estágios de vida de uma mulher, foram feitas recomendações de pesquisa que incluem o desenvolvimento de melhores ferramentas para pesquisas epidemiológicas e testes com produtos químicos e outras substâncias que possam causar o câncer1, além do desenvolvimento de intervenções eficazes de prevenção, melhores abordagens para modelagem de riscos do câncer1 de mama e melhor comunicação sobre os riscos de desenvolver este tipo de tumor2.
Fonte: Institute of Medicine of the National Academies

NEWS.MED.BR, 2011. Câncer de mama: novas informações sobre fatores de risco estudados pelo Institute of Medicine. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/saude/250875/cancer+de+mama+novas+informacoes+so.htm>. Acesso em: 15 dez. 2011.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

CANCER

Câncer: INCA lança estimativas de câncer 2012 prevendo cerca de 520 mil novos casos da doença para 2012, com sete novas localizações de tumores


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Câncer: INCA lança estimativas de câncer 2012 prevendo cerca de 520 mil novos casos da doença para 2012, com sete novas localizações de tumores
O Instituto Nacional de Câncer1 José Alencar Gomes da Silva (INCA) estima cerca de 520 mil novos casos da doença em 2012. A publicação Estimativa 2012 – Incidência2 de Câncer1 no Brasil, lançada nesta quinta-feira, 24 de novembro, marca o Dia Nacional de Combate ao Câncer1, celebrado no dia 27 de novembro, e vale para o período de 2012 a 2013. A novidade são as sete novas localizações de câncer1 que entraram no ranking dos tumores mais frequentes do País.
Os tipos de câncer1 mais incidentes nas regiões brasileiras são os de pele não melanoma3, próstata4, mama e pulmão5. As sete novas localizações de tumores são bexiga6, ovário7, tireoide8 (nas mulheres), Sistema Nervoso9 Central, corpo do útero10, laringe11 (nos homens) e linfoma12 não Hodgkin.
Esta divulgação disponibiliza aos gestores de saúde e, especificamente, aos da atenção oncológica, informações fundamentais para o planejamento das políticas públicas de forma regionalizada, segundo informa o diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini.
Desconsiderando o câncer1 de pele não melanoma3 (tumor13 com baixa letalidade), entre o sexo masculino o câncer1 de próstata4 permanecerá como o mais comum, seguido pelo de pulmão5, cólon e reto14, estômago15, cavidade oral, laringe11 e bexiga6. Já entre as mulheres, a glândula16 tireoide8, de modo inédito, aparece no quinto lugar geral, atrás do câncer1 de pele não melanoma3, mama, colo do útero10, cólon e reto14. Na sequência vêm os tumores de pulmão5, estômago15 e ovário7.
Válidas também para 2013, já que são elaboradas a cada biênio, as estimativas não podem ser comparadas com anos anteriores, uma vez que não tem como referência a mesma metodologia nem as mesmas bases de dados, tendo em vista que houve melhorias tanto na quantidade quanto na qualidade das séries históricas de incidência2 e mortalidade17.
Fonte: INCA

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

7º Fórum Viva Mulher Viva «Cancro da Mama e Qualidade de Vida»



  1. A Associação para o bem-estar e qualidade de vida das mulheres com cancro de mama - Viva Mulher Viva Associação, vai organizar o seu 7º Fórum no dia 10 de dezembro, sábado, pelas 15h00. em Lisboa, no Hotel Mundial. «7 chaves para reinventar a vida» é o lema da edição deste ano.
“Consideramos que é importante valorizar o que de positivo temos a nosso favor e pormos em prática. Existem progressos a vários níveis e há que valorizá-los! É com este espírito que promovemos o Fórum Viva Mulher Viva e convidámos todas as mulheres a aparecer e participar”, explica Luzia Travado, presidente da Viva Mulher Viva Associação.
A iniciativa vai debater os progressos médicos na área do cancro da mama, pelos especialistas António Araújo (cirurgião) e Lurdes Batarda (oncologista), a importância da alimentação saudável, pelo dietista Nuno Rebelo e pela voluntária Judite Pitarma e os exercícios para o bem-estar por Antónia Soeiro (fisioterapeuta) e Rita Teixeira (enfermeira).
As enfermeiras Helena Xavier e Olinda Leite vão ajudar os participantes a conhecer melhor o seu corpo, e ensinar como fazer correctamente a palpação mamária.
O Fórum Viva Mulher Viva conta com o apoio do Centro Hospitalar de Lisboa Central, Hotel Mundial e da Fundação Grünenthal.
A Viva Mulher Viva Associação tem vindo, desde 2004, a promover o debate público sobre o cancro da mama. A Associação tem como finalidade principal promover a comunicação e a inter-ajuda entre as mulheres com cancro da mama, sua família e outros intervenientes nas diversas fases da doença, como forma complementar de garantir a qualidade de vida e bem-estar das mulheres afectadas por esta doença.

domingo, 27 de novembro de 2011

OLEO DE COCO EMAGRECE











A água de coco é velha conhecida dos dias quentes. Docinha e muito refrescante, serve como alternativa saudável para hidratar o corpo. Outro derivado da mesma fruta, no entanto, vem ganhando atenção dos especialistas recentemente: o óleo de coco que, graças às propriedadesantioxidantes, contribui para o com funcionamento do sistema cardiovascular. "Além disso, é o único óleo vegetal que apresenta alta concentração de ácido láurico, que fortalece o sistema imunológico", diz a nutricionista Giovanna Arcuri, especialista do Minha Vida. 

Os benefícios desse óleo não param por aí: ele é rico em ácido fenólico, que protege o sistema cardiovascular, possui ação termogênica (um acelerador para a perda de peso, aumenta a sensação de saciedade e tem ação antibacteriana e antiviral. 

 
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